Experience

Travel trip crazy s… tuff

#KeepUp366 – Week 50+

day 347:

Hoje fui assistir à uma apresetação da Apae num teatro. Uma amiga fez todo o figurino das crianças, e que alegria poder ter ido ver! Foi muito lindo!

day 348:

FINALMENTE cortei meu cabelo! hahaha Pelo menos agora ele não me “engole” mais, e meu pescoço tá mais arejado de novo… hehe

day 349:

Saíram algumas fotos do ensaio do último domingo! Na página da Echos e da Salt n Sugar!

day 350:

Dia só de trabalhar e comprar mais café! hehe

day 351:

Fomos filmar um Love Story! (É um clipe do ensaio fotográfico dos noivos, pra passar no dia do casamento.)

E aproveitando a semana mais fresquinha, saímos com amigos de noite pra comer fish & chips… hehehe

day 352:

Sábado é dia de que??? Filmar casório!!!!

day 353:

Domingo louco filmando mais um casamento lindo, provavelmente o último do ano! ❤ (e chegamos em casa antes de virar a meia-noite pro aniversário do marido!!)

PLUS! Primeira vez na minha vida que andei de limousine!! hahahaha

 

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#KeepUp366 – Week 45+

day 312:

Dia de viajar mais um pouco, vamos para Praga!!! E já chegamos e pegamos um frio, mas UM frio… e a sensação de não entender naaaada do idioma também dá uma embrulhada na cabeça! Mas a cidade é realmente linda, parece uma pintura, conto de fadas! Já vimos a praça da Cidade Velha e o relógio astronômico, que é o mais antigo ainda em funcionamento até hoje, coisa mais absurda, cheia de detalhes, incrível!

Aliás, quando bate hora inteira, a praça se enche de gente, o relógio toca, tem uns bonequinhos em volta do relógio que se mexem, é um espetéculo! Filmei sim, é fofo! haha E pensa, ele existe desde 1410! A praça é bem iluminada, cheia de detalhes lindos e antigos pra ver, uma catedral mais ao fundo, da Ns. Senhora de Tyn, também linda, e tem um prédio na frente que é quase tão antigo quanto ela, e por isso não derrubam!

day 313:

Fomos visitar um lugar bem conhecido lá, chamado Vysehrad. É tipo um “castelo”, mas é mais um forte, e antes tinha mais coisa lá dentro, hoje sobrou principalmente uma catedral lindíssima e a vista da cidade, que nessas horas você percebe que é muito pequena!! haha

Dá pra fazer praticamente tudo a pé, ou pegar o transporte que é bem servido e barato. Só tem que cuidar pra não pegar o sentido errado, tem que olhar os nomes e o sentido que vai nas placas em cada ponto. Mesmo sem saber o idioma, os nomes são nomes, né? hehe E em hipótese alguma entrar no transporte sem comprar e validar o ticket, porque tem multa sim, e os fiscais entram disfarçados, ninguém sabe quem são até eles te mostrarem a máquina… E eles falam muitos idiomas também, nem turista perdido escapa!

Uma dica que dou é, se achou uma lojinha, ou estação de metrô que dê pra comprar os bilhetes, já compra alguns pra não ficar na mão. Eu me planejei por trajetos e não peguei bilhete de 1 dia ou 3 dias, e compensou, porque andamos bastante a pé – bastante vezes, mas poucas distâncias, pois é tudo perto mesmo!

Mas a vista é realmente incrível, o rio Moldava (Vltava) no meio, parece que sobe uma colina pra cada lado do rio, e tudo cheio de construções com pináculos (aquelas pontas) por todos os lados… De lá fomos ver a tal “Casa Dançante“, que é bem nova mesmo, tem nem 20 anos. Tudo na cidade é muito velho, e bem conservado!

day 314:

Fomos para o outro lado, visitar o Castelo de Praga, que é… mais um forte cheio de construções dentro, só que isso já fez que esse castelo fosse considerado o maior de pé até hoje.

De lá, dá pra ver… o Vysehrad! Ou seja, dava pra ver o Castelo de todos os lados em que passamos… haha E descendo do castelo, pegamos 5 minutinhos (literalmente!) de neve… Comemos aquele doce clásico da região, que na República Tcheca se chama “trdelnik“, e já logo chegamos… no centro, onde estávamos no primeiro dia! Passamos pela “Ponte Carlos” (o nome em português fica tão engraçado…), tomamos FINALMENTE um sorvete numa sorveteria da Haagen Dasz (que em Londres fechou, em Berlin a gente deixou passar e em São Paulo, acabamos indo no Ben & Jerry’s por ser mais em conta! hahaha). ah, e descobrimos que lá também tem um museu da Apple! Sim! haha

E voltamos pra Londres!

day 315:

Dia louco, porque já temos que voltar pro Brasil! Aí só conseguimos comprar algumas coisinhas que queríamos levar e arrumar as malas, mal deu pra se despedir dos amigos, ainda mais que chegamos super tarde na noite anterior… Mas deu tudo certo! haha

day 316:

Sempre a melhor parte de todo trajeto de volta é chegar e casa e ver os bichos, né? E só! hahahaha

Foi muito paulera essa volta… Que bom que acabou… hehe

day 317:

E já é dia de casório! Pra filmar e fotografar! ❤ Veja na página da Echos.

day 318:

Bom, voltei bem zuada da viagem, e quando se está doente, nada melhor que ficar em casa descansando, né? E até rolou de jogar um pouco de videogame…

 

 

P.S.:

1. Tá meio corrido, mas tem muito mais foto bonita pra postar, fiquem de olho no meu instagram!

2. O que aprendi em tcheco e me ajudou muito:

“Obrigado/a”

“Você fala inglês?”

“Com licença/desculpa”

“Bom dia”

Como? Vi muitos vídeos no youtube, usei o memrise, se vira! haha

3. Se prepara. Achar quem fala inglês é fácil, agora achar alguém 1% simpático… É um desafio! =P

4. Nunca, JAMAIS, pense que pagar em euro é uma boa. Não importa o quanto pareça conveniente, sempre tem uma casa de câmbio do outro lado da rua. Vai por mim!

5. E eles não aceitam trocar moedas de euro, só de 1 euro pra cima, leve notas!

#KeepUp366 – Week 44+

Sempre nessa época do ano eu me embolo por aqui! Mas agora a desculpa é válida: foi muito corrida a volta de Londres, eu cheguei doente, tivemos trabalho, e eu piorei de saúde. Já estou melhorando, então vou tirando o atraso antes que fique complicado d+ 😉

 

day 305:

Londres é uma cidade cheia de história, mas tão cheia, que a impressão é que tem história debaixo de tudo o que já é visto como… história!

Explicando: fuçando um pouco, descobri, bem por cima, que na cidade tem muitas estações de trem, metrô, canais, ruas, avenidas (e etc.) que foram abandonados e estão ou soterrados, submersos, escondidos ou disfarçados!

Perto de onde ficamos, mais pro sul da cidade, encontrei o Burgess Park, que é novo, comparando com tudo mais em Londres, ele foi fundado em 1973 e ainda precisa de acabamento. Qual a graça dele? No local antes havia um canal navegável até o Thames! Hoje, não tem mais água, nem barco, nem nada disso. E a região também havia sido atingida por bombardeios na Segunda Guerra Mundial. Mas ainda se vê algumas construções mais antigas por ali. Bem interessante!

day 306:

O passeio do dia teve uma novidade: conhecer por dentro o Harrods! Um centro comercial absurdo, que daria pra descrever, bem por baixo, como o shopping das lojas de departamento, mas, é muito mais do que isso.

Bom, vou dizer minha impressão: de fora, o lugar é gigante, cheio de gente com sacolas. Você entra, e tem uma área enorme, com vários representantes das mais diversas marcas de cosméticos do mundo todo, todo cheiro de perfume circulando pelo ar. Tudo muito “sofisticado e chic”. Aí tem uma saída pra outra área do tamanho da primeira, muita gente, e uma decoração totalmente diferente, parece até que você caiu, sei lá, na Grécia! Decoração nas colunas, no teto! E aí tem “stands” de comidas, frutos do mar, comida japonesa, tudo ali, fresco, como numa feira fechada. E todo mundo comendo! Próxima saída (e você já não enxerga mais de onde veio), mais decorações e é o paraíso dos chocolates! Nunca havia chegado tão perto de uma caixa de Godiva na vida! haha Tudo lindo, chocolates de todo mundo, ornamentais, decorados, em vitrines iluminadas, uma loucura. Na próxima, mais decoração, e é uma área só de queijos, do mundo todo. Aí tem de chás e cafés. Depois de doces e confeitaria. Eu fiquei perdida, doida, louca ali! hahahah

Mas assim, tudo lindo, lindo mesmo, cheio, todo tipo de gente. Os preços não eram absurdos, as coisas mais raras, claro q sim, mas tinha bolos decorados pelo mesmo preço de confeitarias mais “básicas” da cidade. Ou seja, não tem nada de surreal sair de lá com alguma sacolinha. No final, parece que eles mais tentam passar a imagem de luxo em tudo, mas é bem tranquilo, não me senti tão ET… hehehe

Calma que o dia não acabou! Saindo de lá (que por incrível que pareça, até que foi rápido, não ficamos nem 1h lá dentro… haha), fomos finalmente ver por dentro o Natural History Museum! Já havíamos feito um ensaio do lado de fora, no ano passado, mas acabamos nem entrando. O museu é legal, tem coisas dobre dinossauros, bichos pré-históricos, e… Na verdade, não sei mais o que, pois esse é o único museu em que fui pra não ver nada exposto além da arquitetura!!! Aquele prédio é lindo, incrível! Tiramos várias fotos lá dentro, até fechar! haha

day 307:

Camden Town, sempre!! Dessa vez não compramos discos, mas passeamos pelas ruas e pelo mercado, claro. E descobrimos que se você caminhas pela lateral do canal que cruza a rua principal, você vai parar no Regent’s Canal, que é entre Regent’s Park e Primrose Hill! É rápido, muito bonito, as pessoas usam pra caminhar, pedalar… E ainda passa embaixo do zoológico! hehe

Depois fomos comer pizza no único restaurante italiano que já havíamos conhecido, só pra garantir que ia ser bom de novo! hehe

day 308:

Outro repeteco: Imperial War Museum! Lembrando que todos os museus da minha lista são gratuitos, dá pra ir sempre que puder! Por que voltei, se já tinha ido no começo do ano e “perdido o dia” lá? Porque da outra vez fiquei só na exposição da Segunda Guerra, agora eu precisava ver tudo o que tinha lá da Primeira Guerra! E claro, sensacional! Aprendi muito sobre esse evento sobre o qual se fala tão pouco por aqui, e lá é ainda tão vivo e latente como se tivesse acontecido ontem! O museu em si tem uma estrutura e organização impecáveis, dá pra ficar indeciso sobre o que olhar! hehe

day 309:

Uma vontade realizada – finalmente ir na IKEA pra comprar coisas pra nossa casa! haha Abrir a mala e ver tudo aqui é uma emoção única! hauheuhae Quem já ouviu falar, sabe, Ikea é o que há em termos de coisas pra casa de qualidade e com preços imbatíveis! Na Europa toda casa tem um pouco (ou tudo) da Ikea, e que seja assim! haha

Dica: vá com tempo, porque as opções são infinitas!

day 310:

Um sábado livre em que eu pude ir visitar o Holland Park, que eu ainda não havia conhecido. Um parque pequeno, fofo, bem cuidado! No caminho, paramos para tomar um chocolate quente numa padaria francesa chamada Paul.

day 311:

Domingo de ensaio, mesmo com o clima chuvoso! Fomos no meu querido Greenwich Park, que eu nunca me canso de visitar! E parece que sair dele com chuva também tá ficando comum… hehe Mas sempre vale a pena!

Já tem um pouco de fotos na página da Echos!

De lá fomos ver se já haviam acendido as luzes de natal na Oxford Street, mas quando chegamos, a rua ainda estava toda fechada para carros e todo mundo andando, e nada de luzes acesas. Só tinha um palanque no fundo, com umas pessoas falando. Ok, vamos esperar acender, pensamos. E que lindo, acenderam! O problema foi ir embora depois, muito cheio de gente e a estação de metrô de Oxford Circus fica fechada por isso, imaginem o tumulto… Não recomendo ir no dia, mas as luzes ficam lindas até janeiro, vai com calma que dá certo! hehe

(Calma que já chega a outra semana! hehe)

 

 

#KeepUp366 – Week 43+

Alegria = estar em Londres, no outono, tirando fotos, e comendo! haha
Como já vi que estou viajando de novo e não terminei os posts específicos de viagem (e nem sei quando/e se irei!) já vai aqui um pouco de dicas, e quem quiser, me pergunte mais! 🙂

 

day 298:

Dia de conhecer – por dentro – um lugar sensacional, chamado British Library! Dizem que é a maior do mundo, mas tem de tudo um pouco!! Visitantes não tem acesso à tudo, mas a estante de livros é absurda! E a seleção de documentos históricos, na sessão “Treasures”, vale a pena gastar o dia vendo!

day 299:

Enquanto tratamos as fotos feitas aqui (e de trabalhos de antes!) tiramos um tempinho pra conhecer um pouco mais a região sul de Londres, que é onde sempre ficamos. E tirar mais fotos, claro! haha

Fiquem de olho na nossa página, da Echos Foto e Filme, que tem muita coisa boa pra aparecer por lá 😉

day 300:

Como tinha ficado com vontade da última vez… Fomos comer fish and chips no Borough Market, um dos lugares que eu mais amo aqui (e que tem gente que acha que é chic! hahaha) ❤ Tem muuuuita opção de tudo o que se pode imaginar. Frutas, doces, bebidas, comidas… Do mais comum ao mais exótico, mas tudo de produtores locais!

Sério, conheçam esse lugar e provem essa comida, vale MUITO a pena! haha

Ah, e FINALMENTE agendamos de ir na London Eye! Sim, agendamos, compensa comprar antecipado pela internet. Sai mais barato e é mais prático, só pega o ingresso na hora certa e vai pra fila. Que mesmo enorme, foi super rápido!

E como é lindo ver toda aquela região mais famosa da cidade de lá de cima! Nunca tirei tanta foto em 30 minutos! hauehuahueh (e time-lapse, e filmamos, uma alegria!)

Vimos o filminho 4D que é liberado pra todo mundo, muito  fofo… ❤

day 301:

Pensa na minha alegria quando descobri que exatamente nesses dias aqui teria uma loja do Kit Kat que além de sabores exclusivos, ainda teria a opção de criarmos nosso próprio chocolate??? Pena que só vai até dia 8 de novembro, mas eu… JÁ GARANTI O MEU! hauheuahuhe Amei d+!

day 302:

Fui com minha amiga aqui visitar outra amiga, que tinha um cachorro golden retriever mais lindo e nem preciso dizer que eu praticamente rolei no chão com ele brincando, né?? Ai que amor!! ❤ hahahah (e que saudaaaaades das minhas caninas!!!!)

day 303:

Ainda na casa da outra amiga, porque teve o chá de bebê da minha amiga aqui!! Estava tudo lindo e eu tirei fotinhas!! =D

day 304:

Voltamos nos Green Park e St. James’s Park, parques reais (da realeza!) na frente do Buckingham Palace. Da outra vez só havíamos passado por eles, mas eu tinha que voltar, ainda mais agora no outono! São lindos, cheios de árvores coloridas e folhas colorindo o gramado… Altas fotos! heheh Ainda demos uma passadinha na Somerset House, pra conhecer por dentro também.

E de noite, fomos num pub antigo chamado Museum Tavern, provar mais um prato típico: steak pie with potatoes! Ah, e com cerveja da região! Tem como ser ruim?

Ah, e fim de semana de Halloween… Claro que vimos pessoas fantasiadas no transporte indo para festas que rolaram por toda a cidade, né? hehe

 

London by me: Underground

Com certeza um dos símbolos modernos mais famosos de Londres, o metrô, conhecido por lá como Underground! É o mais antigo do mundo, de 1863, já teve várias estações destruídas nas guerras, algumas eles conseguiram recuperar cavando mais fundo, outras eles abandonaram. Algumas foram usadas como abrigos durante a 2ª Guerra. Várias outras foram desativadas ao longo dos anos, e falam em transformar essas estações em uma ciclovia “underground”. Já teve vários acidentes e incêndios – principalmente quando as escadas-rolantes eram de madeira (!) e as pessoas fumavam nelas ainda (?!).

É composto por 11 linhas, 270 estações e 402km de extensão – e continua a expandir!

Algumas linhas têm trens ainda antigos, mas eles estão trocando pouco a pouco. As linhas mais novas já são mais iluminadas e ventiladas, estão começando a melhorar o alcance de internet e sinal de telefonia – mesmo com toda a profundidade. Sempre tem alguma estação em manutenção, e nas linhas a manutenção fica mais nos fins de semana. Mas sempre muito bem avisado! Tem mapas de bolso das estações pra levar, e mapas de tudo o que tem em volta das estações em todos os lugares.

São tantos anos de história, e uma infinidade de fatos, que vou até deixar aqui os links no Wikipedia e no Telegraph!

Só pra esclarecer, as palavras “underground” e “subway” são ambas usadas no inglês americano e britânico, e os significados são invertidos:

Metrô – no britânico = “underground”, no americano = “subway”.

Passagem subterrânea, normalmente para pedestres – no americano = “underground”, no britânico = “subway”.

Além do significado cultural da palavra “underground”, de ser contra ou diferente do “mainstream”.

E existe a atividade chamada “busking”, que nada mais é fazer apresentações musicais ou artísticas em lugares públicos. Isso lá é regulamentado, tem até demarcações no chão nas estações de metrô (de trem não tem demarcação, mas também pode) onde os artistas licenciados podem ir se apresentar. Tem alguma organização, cronograma, cadastro pra quem for, pra não virar bagunça também. Mas é sempre interessante ver a pessoa lá, tocando, cantando, e o pessoal curte, contribui, bem normal! É bem diferente dos que pedem esmolas, que normalmente levam crianças ou animais junto pra causar alguma comoção e não tocam nada interessante, digamos assim…

Já falei sobre o transporte em Londres em geral aqui, mas agora é especificamente do undreground de Londres, pois nessa última viagem eu andei tanto, passei por tantas estações e vi tantos detalhes que passam batido nas vidas das pessoas que usam esse sistema todos os dias na correria…

Além do uso ser incrível (como já falei no post sobre Transportation), as estações são muito interessantes!

Dessa vez que fui atrás de muitas coisas gratuitas pra fazer e ver, demos uma boa rodada por Londres by underground! ❤

 

 

P.S.: Esqueci de falar! Na estação King’s Cross (não é underground, é trem, mas enfim), fomos conhecer a representação da Plataforma 9 3/4 do Harry Potter! Claro que não existe de verdade, mas você pode ir lá, tirar foto, pode ser com sua própria câmera ou celular, o pessoal que cuida até tira pra você, te deixa escolher qual cor de cachecol você quer e ainda balança o cachecol pra parecer que você está “entrando” na coluna. Eles tem um fotógrafo que tira uma foto também, e entrando na loja eles falam que custa £9. Mas não é obrigatório. Antes mesmo de chegar nossa vez eu perguntei, e me disseram numa boa que era opcional comprar a foto. A loja é muito legal, cheia mesmo de coisas de casa casa, tudo lindo e sinceramente, nada absurdo em termos de preços, mesmo sendo mais focado em turistas. Pensando na conversão, pode parecer caro, mas nem se compara com cidades turísticas por aqui 😉

Food shopping in Europe

Sobre comprar comida – e comer! – na Europa!

Ia falar só sobre Londres, mas percebi que várias coisas sao parecidas nas cidades que visitamos lá, então vou falar de todas.

Como disse no post inicial dessa série, no nosso planejamento de viagem sempre consideramos comprar comida em supermercado normal mesmo, e o máximo que comemos fora foi pra provar pratos típicos ou em lugares locais que valem muito a pena conhecer!

Mas de qualquer forma comemos muita coisa boa e MUITO barata!

Em Londres contamos com moradores brasileiros para nos darem dicas. Em Paris, fizemos um amigo parisiense, que nos deu uma noção do que eles consideram bom e barato. Em Dublin fomos com nossa própria habilidade, e contamos com a ajuda da internet, mas quebramos um pouco a cara também! haha E em Berlin, além de amigos moradores brasileiros, que estavam lá há relativamente pouco tempo e descobrindo muitas coisas, usamos até o Yelp 🙂

Nos mercados, os preços geralmente estão na prateleira. Vegetais sempre lindos em exposição, e itens mais sensíveis, como frutas, geralmente já estão em embalagens plásticas transparentes, com um peso ou quantidade definida. Os nomes mais famosos são Lidl e Aldi, com certeza, mas também vimos Asda (em Londres), Tesco (Dublin e Londres), Rewe e Netto (Berlin area) e em Paris… Carrefour, claro! Que achamos super parecido com os que vamos aqui, a disposição das coisas, chega a lembrar mesmo! Também tem em Londres o Marks & Spencer, que é reconhecido mundialmente como o mais caro da região, e Sainsbury’s, que tem em todos os lugares e de todos os tamanhos, mas os preços são melhores. Em todo caso, qualidade e variedade tem em todas as cidades, o que muda é um luxo a mais, como marcas preferidas, uma disposição mais “bonita”. Mas a qualidade não muda com o preço, nunca!

Os preços raramente mudam, e promoção é de verdade, pois você vê que antes estava custando mais mesmo.

O que se vê muito lá: pães e outros alimentos do tipo normalmente são frescos e produzidos no local, e são colocados em prateleiras abertas e totalmente self-service: tem o pacote de papel com uma parte transparente, um utensílio pra pegar e os preços. Na Alemanha vimos uma estrutura um pouco mais fechada, com acrílico, e no Lidl tinha até um mecanismo pra empurrar pra fora para ter menos contato com os pães. Mas muito comum e ninguém acha ruim se servir assim. E no caixa, ou o atendente vê a quantidade e os itens escolhidos, ou ele te pergunta. Se for no autocaixa, você coloca todas as informações – sério! hehe Na França não vimos isso nem nos mercados pequenos nem grandes. E como tem coisa feita com massa folhada!

Se valoriza muito produtos feitos no país, com produtos locais, nos rótulos sempre diz algo. E também quase não se vê laticínios em caixas. Leite, creme de leite, tudo fresco, na geladeira. Só os queijos que tem de todo jeito, porcionado, embalado, ralado, processado… menos “fresco”, lá o negócio é queijo maturado mesmo! As carnes geralmente vem bem limpas e porcionadas. Aliás, existe coisa em conserva sim, mas a grande maioria é vendida fresca. Muitas opções de cogumelos, de frutas tipo berries. Ah, tem orgânicos também, mas geralmente estão juntos com as outras opções do mesmo vegetal e são pouca coisa mais caros. Pouca coisa mesmo!

Você também encontra: várias opções de água saborizadas, engarrafadas em diversos tamanhos, remédios para dor de cabeça e gripe, flores, muitas flores… Até em mercados menores se encontra. Água, inclusive, é super barato em qualquer lugar, bem normal encontrar pessoas com garrafas de 500, 750ml, 1l, 2l… andando pela rua e tomando água. Na Alemanha que tem aquele esquema que você paga um pouco mais caro, mas depois pode retornar a garrafa numa máquina e pegar crédito – ou até dinheiro – de volta! Nem todas voltam, mas na hora de comprar já está escrito na placa se sim e quanto volta. Num momento de bobeira joguei uma que podia ser trocada na lixeira reciclável… a minha amiga disse que com certeza alguém teria visto na hora e ido pegar! haha Claro, é dinheiro! E lá se vê super mercado só pra comprar bebidas também.

Agora, um fato sobre a água na Europa, nos 4 países que fomos era igual: da torneira é potável, mas é muito cheia de calcário e acaba caindo pesada no estômado! Imagina pra pele e cabelo… Até as “chaleiras elétricas” (kettle), muito comuns lá, forma calcificação no fundo que tem que usar um produto pra limpar de tempos em tempos.

Chocolates: os produzidos em UK percebemos que ele tem um sabor mais de caramelo, lembra açúcar mascavo. Nos demais lugares sempre muito parecidos com o padrão “kinder, ferrero, milka”… Só que menos doce que aqui. O mais importante: NÃO EXISTE HIDROGENADO!!

Refrigerantes também são menos doces, mais suaves e vêm em embalagens menores. Os ovos são mais consistentes, o bacon quase não tem gordura, e tudo que vem pronto parece ter muito menos sal. E pra quem sente falta de comidas daqui, lá se encontra tudo, algumas coisas, como arroz de vários tipos e até pão francês (daquele pré-pronto, que você só coloca no forno pra terminar de assar), tem mais fácil, agora, carnes, feijão, polvilho e tal, é mais fácil is nas lojas de latinos, que tem muitas. Ou de poloneses, eles costumam vender comidas de todo mundo também! haha

Aliás, descobrimos que carne na Alemanha é impagável de caro, mas na Irlanda… é a melhor picanha que comi na vida, juro! (Feita por brasileiros em Londres, mas era da Irlanda que a carne vinha!) Aì vimos que fast-food na Alemanha é realmente mais linguiças, uma variedade imensa! E o “donner”, que na França comemos com o nome de kebab (acho que nos outros lugares também tem esse nome): aquele sanduíche feito com aquela carne que fica num espeto imenso e eles vão “ralando” e pondo no pão. Muito bom!

Na cidadezinha alemã que ficamos, fomos num café comprar cheesecake (käsekuchen) e torta de maçã (apfelkuchen), bem tradicionais, maravilhosas! Pena que não conseguimos comprar o “chineque” com farofa (schnecke mit streusel), que tem tanto aqui em Curitiba, pra provar e comparar! haha

Encontramos café especial, cervejas das mais bem feitas, artesanais, do mundo todo. No “food and wine” da esquina ou em lojas especializadas. E no Borough Market! Já mencionei aqui no blog antes, e vou fazer um post especial só dele, por isso nem as fotos eu vou postar agora! Amo demais aquele lugar!

Tem comida “estranha”? Tem, claro. Muita fritura, frutos do mar não convencionais, “mushy peas” que é um purê de ervilhas, “black pudding”, tipo um chouriço (linguiça de sangue!) e no “full english”, café da manhã típico em UK, é uma mistureba de feijão, linguiça, black pudding, tomate, ovo, pão, cogumelos… Mas é típico. Jamais que eu comia tudo isso! hahahaha

Fast food tem tudo sabor de pimenta, sei lá se pela influência indiana, árabe, latina. Sei lá.  Sei que toda vez que fomos em algum, não valeu a pena. Porque é rápido e barato? Beleza, mas se come muito bem com o mesmo valor comprando no mercado, só tem que levar pra fazer em casa. Aliás, nos mercados sempre tem frutas já cortadas e embaladas, sopas, saladas, sanduíches, prontos (e se pá até aquecidos) pra se comer na rua. Eles dão até talheres descartáveis.

Dando mais detalhes – Fomos no McDonalds em Londres e em Berlin, e KFC em Londres também. Ah, e caímos na tentação de comprar 2 “mega pizzas” por 16 euros no Papa John’s em Dublin, pensamos: ah, levamos o resto pra comer de noite, poxa, 2 pizzas por esse preço, tá lindo! Não, não estava. Elas eram extretamente “americanas”, uma veio banhada de molho barbecue e as duas apimentadas também, claro. Infeliz ideia! haha Sério, melhor comprar scones e frutas no mercado até chegar em casa!

Temperos? Tem também! Ervas, pimentas, alho, cebola, óleos, azeites, muita coisa boa que aqui compramos em lugares especializados por pequenas fortunas, lá é tudo muito acessível.

No ano passado aprendi a comer salada de espinafre cru, uma delícia! Aqui não tem o mesmo sabor, infelizmente. Dessa vez, aprendi a comer aspargos (frescos, não em conserva) e couve de bruxelas. E descobri o melhor iogurte da minha vida (tá nas fotos!) e um peito de peru recheado com ervas, que vinha congelado pra fazer no forno, e ficou muito bom também! Só as “english sausages” que não teve como encarar, meu marido comprou, achou super barato, mas é intragável pro paladar brasileiro! hahaha

Enfim. Se eu ficar lembrando de tudo, eu não termino nunca! haha Acho até que ainda falta fotos pra incluir aqui, se eu achar, eu volto pra incluir! hehe

Resumindo: se come e se bebe infinitamente bem, por bem menos – mesmo com conversão, de moeda, então imaginem pra quem ganha na moeda local.

Acho que por isso que não engordamos lá! Andamos muito, commos muitas frutas, legumes e verduras, tudo de ótima qualidade e por ser barato, você não compra nem consome demais. É uma maravilha!

 

 

London by me: St. Paul’s Cathedral

A Catedral mais icônica de Londres, é a segunda maior no Reino Unido (a primeira maior fica em Liverpool). É obviamente anglicana, e está localizada no ponto mais alto do centro da cidade – por isso ela é vista de taaaantos lugares diferentes!

É onde acontecem várias ocasiões marcantes, como o casamento da Lady Diana, o funeral do Churchill, e onde aconteceram as missas de paz ao final da Primeira e Segunda Guerras Mundiais.

O que muita gente pode não saber é que ela existe desde o ano 604! Como catedral do Apóstolo São Paulo. Na verdade nesses aproximados 1400, houve 5 construções, e ninguém sabe dizer ao certo se foi sempre no mesmo lugar, mas as teorias dizem que sim.

A primeira foi menor, e ninguém sabe o que realmente aconteceu com ela, mas nas transições de cristianismo, paganismo e volta ao cristianismo, no final do século 7, já era outra construção.

Aí, em 962, teve um incêndio que destruiu a catedral, mas – não sei como! – foi reconstruída no mesmo ano. E durou até 1087, quando outro incêncio destruiu. E a reconstrução demorou quase 200 anos, pois… outro incêncio no meio atrapalhou as obras. E essa foi a que durou mais tempo, foi reformada, passou pela reforma protestante e consequente criação do Anglicanismo, teve a torre atingida por um raio (que destruiu a ponta da torre), e quando eles estavam pra fazer uma mega reforma em 1660 mais ou menos… Veio o super mega blaster Incêndio de Londres, em 1666, e quase destruiu completamente, de novo! haha

Eles estavam pensando em reconstruir do que tinha sobrado, mas acabaram por demolir e reconstruir do zero. Praticamente 30 anos depois, a construção atual estava pronta e sendo consagrada.

Loucura, né? E da conclusão da construção até 1962, foi o prédio mais alto de Londres.

 

E mais: ela ainda funciona até hoje, com missas, reuniões de oração e tudo mais. Parece muito com os rituais católicos, mas em tudo eles falam muito da rainha, nas músicas e rezas.

Para visitas, a entrada é cobrada, e como tudo que é turístico em Londres, comprando online é mais barato, e os preços variam para faixas etárias, grupos, estudantes e afins. É um pouco caro, o preço normal é £18, mas não sobe faz anos. E os horários de visitas são fora dos horários de missas. Mas você pode conhecer várias partes da catedral, até ir na cúpula! Ela é toda decorada, e tem vários monumentos de pessoas relacionadas ao exército, às guerras e pessoas consideradas heroicas.

Contudo… se você for no horário da missa (17h), você pode entrar sem pagar! Eles revistam bolsas na entrada, claro, mas você pode sentar lá, escutar o coral maravilhoso, ainda em estilo gregoriano, com vozes apenas de homens e meninos. Às vezes eles tocam o mega órgão de tubos que tem lá também. A “desvantagem” é não poder fotografar nem filmar nada durante a missa, porque afinal, não é horário de visitação, né? Mas nós conseguimos filmar um pouco com o celular, ali sentados mesmo, bem discretamente. É muito lindo o coral!

O padre celebra a missa toda, tem uma menina que lê alguns textos, você pode pegar um livreto com as músicas, tem até a partitura, e mais um informativo da missa, só que esse você não pode levar pra casa.

Depois que acaba, a galera que está lá dentro pode tirar fotos 🙂

Mas detalhe: fotografar e filmar só com câmeras pequenas, nada profissional nem com finalidade comercial. E também não pode entrar com bolsas ou malas grandes. Por fora não tem problema, ela é enorme, demos uma voltona, um ângulo mais lindo que o outro…

Ah, e é super fácil de chegar, de trem, metrô, bus, a pé, bem central. E na rua tem placas, mas, é só procurar pela cúpula e ir segundi 😉 Não tem como errar!

 

 

London by me: Transportation

Hello!

Tópico importantíssimo – transporte. Como falei no texto sobre planejamento, pra nossas viagens pra Londres o transporte faz toda a diferença.

 

Como funciona?

A cidade de Londres é dividida em “zones” que vão de 1 até 9. 1 é o centro e 9 é o mais longe do centro. As zonas não são necessariamente circulares, mas saber em qual zona está o lugar que você quer ir é muito importante, pois isso influencia no preço das passagens, que sobe conforme você vai mais longe. Isso é pra compensar o custo de vida, que no centro é bem mais caro que nas áreas mais distantes, e claro, pela distância percorrida.

No fundo desse mapa do metrô (que não inclui os trens) tem as faixas dividinso as zonas. Notem como elas não são regulares.

O sistema é completo e complexo, mas não tão complicado quanto parece. Você pode pegar ônibus, metrô, trem, que são interligados, e além disso tem as bicicletas que são à parte, os barcos (sim, o Rio Thames é navegável e utilizado pra transporte da cidade também!) e até uma “air line”, tipo um teleférico. Os trens e metrôs AINDA não são 24h, eles param entre meia-noite e 5 da manhã, mas os ônibus são.

 

Como comprar?

Existe a possibilidade de você pagar cada trajeto individualmente, o que absolutamente não vale a pena pois é sempre mais caro, mas também tem bilhete diário, o semanal e o mensal, que você pode usar à vontade pela duração escolhida, em todos os meios que falei acima.

Mas a melhor coisa é o famoso “Oyster Card”, um cartão de transporte que você compra por 5£ e coloca créditos. E quando você devolver o cartão, eles te devolvem as 5£. Perfeito! O cartão é “contactless”, você só encosta no sensor das catracas e das máquinas e pronto.

A passenger uses an oyster card to exit Liverpool Street station after traveling on a London Underground tube train in London, U.K., on Thursday, June 7, 2012. U.K. Sport, a provider of state funding to the country's Olympics program, has recruited about 100 companies and 25 academic institutions to adapt industrial technology for use in sports, according to Scott Drawer, the agency's head of research and innovation. Photographer: Simon Dawson/Bloomberg via Getty Images

As vantagens dele: o valor do transporte diário, semanal e mensal ficam mais baratos, e você tem descontos na hora de pagar pelos transportes que não são inclusos, como barco, air-line, e trens que vão pra fora de Londres.

Para colocar os créditos referentes ao uso que você quer, você pode falar com um atendente no guichê ou ir na máquina. Você encosta o cartão, ele mostra seu saldo e te dá as opções. Você escolhe qual duração, coloca o dinheiro, a máquina devolve o troco, você encosta o cartão de novo e pronto. Ah, e seja na máquina ou com o atendente, você sempre recebe um recibo do seu pagamento. Outro detalhe, algumas máquinas só aceitam cartão, e essas não devolvem troco. Sempre bom olhar no painel de led acima da máquina 😉

Eles chamam “colocar crédito” de “top up”, e quem só coloca pra usar em um trajeto, é “pay as you go”. Bem mais prático ter os créditos no cartão e ir usando do que ir no guichê comprar um bilhete só pra usar cada meio de transporte. Pois nenhum aceita dinheiro, só o oyster card ou os bilhetes individuais de papel que você coloca na máquina e ele sai do outro lado ao abrir a catraca. Nem ônibus aceita dinheiro. Lá só tem o “sensor contactless” para o oyster, e se você tiver um bilhete de papel, tem que mostrar pro motorista. E ao contrário dos metrôs e trens que tem que validar na saída, no ônibus é só sair.

Dois modelos de máquinas dos vários que se encontram pela cidade.

Mais um detalhe do oyster card: se você for comprar um bilhete diário individual, sem ter o oyster, você paga um valor. Com o oyster, é um pouco mais barato. E se você for colocar crédito no cartão e ir usando no dia, ele desconta do seu crédito até acabar, e depois disso, você não paga mais nada. Exatamente, você pode continuar usando o transporte livremente, ilimitado, até às 3h59 do dia seguinte! Isso se chama “daily cap”.

Ah, se você tiver algum cartão de débito ou crédito que funcione “contactless” você pode usar exatamente como o oyster card também, com a vantagem de não precisar parar numa máquina ou guichê pra comprar créditos, pois o valor é debitado direto na sua conta ou fatura. Claro que se o cartão for de fora do UK, tarifas internacionais se aplicam! E também é bom manter o oyster card longe de qualquer outro contactless card, pois eles podem se desmagnetizar.

 

Agora, como é feita a cobrança:

As opções de bilhete ou oyster card diário, semanal e mensal vão ficando mais caras conforme você pretende ir pras regiões mais distantes.

Digamos que você vai ficar em um hotel na Zone 1, mas pretende ir em lugares na Zone 4. Você pode comprar a opção Zones 1-4. Se no seu trajeto você acabar descendo na Zone 5, ao sair e passar o cartão, vai ser cobrado um extra pelo deslocamento, e você vai ficar com um “débito” nele, pra pagar da próxima vez que for colocar créditos, ou vai ser debitado do seu saldo no cartão.

Existem várias combinações, zones 1-2, 1-3, 1-6, e as combinações que não incluem a Zone 1 também ficam um pouco mais baratas. O ônibus até onde vi, é o que é liberado em toda a cidade para todas as possibilidades.

 

Todos esses detalhes e mais possibilidades estão no site do Transport For London – TFL. Onde você pode, inclusive, planejar toda a sua rota, ele te dá todas as opções possíveis, com mais ou menos caminhada, com acessibilidade, com ou sem metrô, com ou sem ônibus, com duração do trajeto incluindo até o tempo que você vai andar dentro das estações. Pois sim, algumas estações são tão grandes que você anda um monte dentro delas!

 

E pra terminar ainda mais lindo, assim como em várias cidades da Europa, em Londres os pets também são bem vindos em todos os meios de transporte público! ❤

 

Isso é tudo o que eu lembro de ter aprendido lá! Bastante opção, mas funciona muito bem 🙂
Se mais alguém tiver alguma dica sobre o assunto, pode postar nos comentários!

E as imagens aqui são do Google 😉

Culinary Experiences

Minha odisséia com receitas.

Adoro cozinhar, mas não ao ponto de curtir fazer sempre, e claro, sempre que possível, eu adapto MESMO! Ou melhor, eu invento! haha

Sou até capaz de fazer coisas difíceis e elaboradas, mas aí tenho o fator “preguiça” que fala mais alto, como em várias outras coisas na minha vida.

Se envolve mais de 5 ingredientes, ou muitos processos, ou gelatina natural, caramelizar açúcar, espremer/amassar mandioca cozida, sovar, empanar e principalmente fritar, TÔ FORA! Nem começo. Sim, experiências ruins prévias – geralmente na hora de limpar. Sem chance! Ah, acho que posso incluir saco de confeitar nessa lista também! =P

Bom, tudo isso e um fato recente pra ilustrar bem, chamado… “Expectativa x Realidade”.

Vi uma receita de “caneloni de abobrinha” e fui tentar. Mudei ingredientes, óbvio, sempre aproveito o que já tenho em casa, mas a forma de preparo eu fui seguindo à risca.

Expectativa? (foto da receita na internet)

Expectativa? (foto da receita na internet)

E já no começo, ao passar no ralador já vi que não ia dar pra enrolar como na foto, “fatias” não ficaram nada uniformes, mas fui seguindo até a hora de montar…

O que virou?

Uma lasanha de abobrinha! hahaha

Realidade! (foto de celular em casa)

Realidade! (foto de celular em casa)

O que importa é que ficou uma delícia. Dane-se.

Ah sim, e sempre que coloco no #KeepUp366 (como antes no #ProjectPositivity) que cozinhamos juntos, é porque fizemos alguma coisa mais legal e é sempre um momento legal, porque de resto, é sempre no improviso! heheh

(E adiantar sobre a viagem que é bom, né, nada! haha)

Europe by me: Planning the trip

Bom, começando mais cedo dessa vez a falar sobre a viagem da qual acabei de voltar. Segunda temporada da Echos (marido e eu) na Europa! Ano passado ficamos em Londres, passamos por Dublin e Paris. Os posts estão todos nesse último, que só saiu em dezembro! hehe

Desse vez ficamos em Londres de novo e fomos pra Berlin também. Pensei em muitas possibilidades de título pros posts, e como minha intenção não é só fazer um relato, mas compartilhar o máximo de detalhes do que eu aprendi, descobri e vivenciei… Vai valer como se fosse um guia pra quem precisar! 🙂

Então vou separar os tópicos e as cidades que fui dessa vez (se pá até incluo um post das que fui no ano passado, vamos ver… hehe).

 

Pra começar, como nos planejamos pra fazer mais uma temporada na Europa como no ano passado, mas que dessa vez com a moeda aqui, o real, pedindo arrego, e ainda fomos pro país “mais caro” do mundo! (Aspas intencionais, depois explico!)

Sempre bom pensar em quanto tempo se pode ficar, em questão de dias disponíveis, e em questão de orçamento. Eu diria que já que vai gastar com passagem pra ir, tenta ficar pelo menos 1 semana, dá pra aproveitar sempre.

O mais caro é transporte, estadia e comida, e se for ficar mais tempo do que se pode gastar, diminua no que puder, mas com muito cuidado.

Em todas as capitais que visitamos na Europa, percebemos que transporte é muito bem servido, mas pra conversão de moeda, fica caro. Vale a pena não investir nisso? Não. Se for ficar menos tempo, faça roteiros que dê pra ir a pé, mas geralmente pagar pelo transporte individualmente sai mais caro que pagar pelo diário. E não compensa ir visitar a cidade pra não conhecer e visitar, né? Ou ficar andando por horas só pra ir de um lugar pro outro. Dependendo da época do ano, o clima muito frio ou muito quente podem trazer muito desconforto.

A maioria das cidades oferecem opções para você pagar pelo transporte por dia, por semana ou até por mês. Pesquise! (Vou falar sobre o sistema de Londres em breve.) Mas não caia na tentação de pegar taxi. É sempre mais caro! Também vale analisar aluguel de carro, nunca fiz isso, então não posso dizer muito, o que sei é que você pode sim dirigir com carteira brasileira em vários lugares, até na região de UK em que é tudo do lado contrário 😉

Tem como economizar em estadia e comida? SEMPRE! Quando não se tem amigos morando na cidade que possam te ajudar com um lugar pra ficar e dicas do dia-a-dia da vida local, a melhor coisa na minha opinião é Airbnb e Couchsurfing! Experimentamos os 2 e recomendo. Tem relatos ruins? Sempre tem, até pra quem paga hotel, o jeito é fazer como todo usuário precavido: pesquise reputação e relatos de outras pessoas, normalmente não tem erro. Entrar em contato, seguir as regras dos sites, fazer um perfil bem completo também, mas compensa muito! Temos um amigo francês desde o ano passado que nos recebeu por Couchsurfing, foi sensacional!

Não falo nada de hostel pois também nunca experimentei. Mas sempre vejo viajantes mais experientes que eu usando e falando bem, principalmente pelo preço e também pela experiência de conhecer gente. Então, vale verificar sempre!

Comida? Eu diria que não tem nada melhor que comprar tudo no mercado e preparar em casa! Não tem nada mais típico do que isso, comprar o que as pessoas que moram ali compram, experimentar sabores locais… Nada de fast-food, pelamor! Nós evitamos ao máximo, mais quando a fome está absurda e já está muito frio e estamos com pouco dinheiro… mas nem assim vale a pena! Por que? Na minha opinião, fast-foods são muito parecidos, mas sempre vão ter algum elemento bem típico do lugar de forma exagerada, não representando muito bem o paladar local. E pra você que já conhece o lugar, a experiência pode ser traumática! Ninguém precisa ficar com azia durante a viagem, né? hehe E comer fora em restaurantes é bom também, e não tão caro dependendo de onde for.

Pra quem quer incluir compras, uma dica muito boa é, mais uma vez, pesquisar lojas com bom custo-benefício, e é bem comum se encontrar também “flea market”, conhecidos como “brechós, mercado das pulgas”, onde se pode comprar coisas usadas. Parece que todo país de Europa tem sua loja mais popular de preços (realmente) baixos, assim como supermercados famosos por ter produtos bons de marca própria, e consequentemente, mais baratos.

Aproveite mais seu tempo e dinheiro passeando, conhecendo o que te interessa, e se preocupando menos!

Com relação à pontos turísticos, também pesquise e faça uma lista do que você não abre mão de visitar. Veja preços e datas, muitas coisas mudam de uma estação pra outra, e a maioria tem preços especiais pra quem compra pela internet com antecedência.

Londres, por sinal, tem uma enorme variedade de coisas gratuitas, museus, parques e afins. Agora dá pra entender como nos acabamos dessa vez, né? E sem gastar um centavo (ou “one penny”) pra entrar em nada do que fomos e fotografamos! Não vale pagar? Vale, claro, mas depende do seu objetivo! Quer ir no Madame Tussauds ou na London Eye? Eles fazem até um combo promocional! Quer ver mais história? Tem museus, pagos e gratuitos. Tem pra todas as opções! Muitas vezes eu curti muito mais fazer uma caminhada por determinada região!

 

Enfim, a palavra é sempre PESQUISAR pra fazer sua viagem valer a pena mesmo, e você voltar com poucas dívidas e mais memórias na bagagem! Nada novo na verdade, né, bem óbvio! hehe

Ae! Foi dada a largada, fiquem ligados nos próximos =D

 

Flying over the Atlantic!

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